O que é o Condomínio da Biodiversidade (ConBio)?

Programa que promove a conservação da biodiversidade em ambientes urbanos e periurbanos. Busca implantar uma rede de áreas naturais, públicas e particulares, em bom estado de conservação e preferencialmente conectadas, mantidas por pessoas engajadas em práticas que garantam a conservação dos recursos naturais e da biodiversidade, promovendo a qualidade de vida e o bem estar de todos.

Campo LargoMunicípio de Campo Largo (PR)

RPPNM Bosque da Coruja

RPPN Bosque da Coruja

Para quem se destina?

Poder público (prefeituras, secretarias de meio ambiente e urbanismo), organizações não governamentais, proprietários de áreas naturais, empresas e instituições ligadas ao meio ambiente, urbanismo e saúde.

Amanhecer em la cidade de Curitiba

Vista da cidade de Curitiba (PR). Foto Zig Koch

Paisagens Curitiba

Vista da cidade de Curitiba (PR). Foto: Zig Koch

Benefícios para os parceiros

O parceiro desse projeto, além de ajudar a garantir mais estoque de futuro, poderá ter visibilidade em nossos canais como patrocinador, divulgar sua marca no projeto, utilizar a marca do projeto em sua comunicação, mídias e eventos, desenvolver filmes e outros materiais sobre a parceria e incrementar relatórios de responsabilidade social e ambiental. Para o parceiro proprietário de uma área natural, garantia de um legado na manutenção da propriedade, oportunidade de investimentos, acesso a fundos e diferencial competitivo.

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RPPNM Bosque da Coruja

Bosque da Coruja

Paisagens Curitiba

Vista da cidade de Curitiba (PR). Foto: Zig Koch

A importância do ConBio

Garantir a resiliência das cidades frente aos desafios cada vez maiores causados pela crise climática. Auxiliar na durabilidade de recursos naturais e serviços ecossistêmicos, como nascentes de água, controle de temperatura e qualidade do ar. Elevar a qualidade de vida dos habitantes do município e seu entorno. Em caso de transformação da área natural em Reserva Particular do Patrimônio Natural Municipal (RPPNM), subsídios em impostos descritos por lei e outros benefícios. Fortalecimento institucional ao promover qualidade de vida por meio da natureza.

Amanhecer em la cidade de Curitiba

Vista da cidade de Curitiba (PR). Foto Zig Koch

Paisagens Curitiba

Vista da cidade de Curitiba (PR). Foto: Zig Koch

Alguns dos resultados do Programa:

Desenvolvido há 20 anos em Curitiba e Região Metropolitana, a estrutura e resultados inovadores são um modelo de sucesso para replicar o projeto em diferentes regiões e realidades.

O ConBio envolveu mais de 1.500 propriedades públicas e particulares com vegetação nativa, levando orientações aos proprietários sobre o manejo conservacionista e apoiando a criação de Unidades de Conservação.

Foram 18 Reservas Particulares do Patrimônio Natural Municipal (RPPNM) e nove Unidades de Conservação municipais criadas com apoio do projeto. Além disso, o projeto apoia a criação da Associação dos Protetores de Áreas Verdes de Curitiba e Região Metropolitana (APAVE) e o seu fortalecimento enquanto entidade representante dos proprietários de RPPNM e áreas naturais.

Nas atividades voltadas à educação e mobilização social, o projeto já capacitou mais de 3.400 professores da rede pública de ensino, produziu dezenas de materiais informativos, distribuídos gratuitamente, e ofereceu cursos livres para proprietários e estudantes.

O projeto já participou da elaboração de políticas públicas e marcos legais na Região Metropolitana de Curitiba, principalmente sobre Pagamento por Serviços Ambientais (PSA) e RPPN, e da revisão de Planos Diretores.

Por seus resultados, o ConBio foi apresentado na Conferência das Partes (COP), órgão supremo da Convenção Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC), em 2015 e Paris – COP22; e em 2017 em Bonn – COP23, como um projeto modelo de conservação em ambientes urbanos como estratégia de enfrentamento às mudanças climáticas. O Programa também recebeu em 2016 o Prêmio Hugo Werneck de Sustentabilidade & Amor à Natureza na categoria “melhor exemplo de flora”; e o 2º lugar no Prêmio von Martius de Sustentabilidade.

A mais recente etapa do projeto, viabilizada no final de 2018 com recursos do Fundo Municipal de Meio Ambiente via chamamento público da Prefeitura Municipal de Curitiba e realizada até o final de 2020, atuou em cinco frentes principais: aplicação do Índice de Biodiversidade para Cidades (CBI) também conhecido por Índice de Singapura; quantificação do incremento de carbono em áreas naturais do município; capacitação de servidores públicos em conservação da natureza; elaboração do Plano de Manejo do Refúgio de Vida Silvestre do Bugio.

Apoio: